Um descuido gerou uma crônica. Espero que gostem 
Definitivamente, fenômenos climáticos me inspiram, kkkk
Definitivamente, fenômenos climáticos me inspiram, kkkk
Então a chuva começou a cair, e eu ainda estava na volta, a caminho de casa, justo no dia em que eu retirei a sombrinha da bolsa, logo pela manhã, por conta da falsa segurança causada pelo céu azul e dia de sol. E por ter sido uma escolha minha (mesmo que infeliz), eu não tinha muito do que reclamar. Podia no máximo, apertar o passo e pedir à Deus que segurasse um pouco as nuvens, até dar tempo de chegar em casa (coisa que ele me atendeu muitas vezes!). No entanto, nessa noite, eu estava fadada a tomarchuva, que ao invés de diminuir, só aumentou a cada passo.....foi quando simplesmente resolvi parar de resistir e aceitar que chegaria em casa completamente encharcada!
Fosse em outros tempos, a esta altura eu estaria com raiva, nervosa, brava, como era de meu feitio. Mas felizmente eu estava em paz, diante de algo que eu não tinha como mudar, a não ser que parasse e me abrigasse em algum local, algo que de fato não estava em meus planos. Então lá fui eu, a passos largos, enquanto as roupas começavam a pesar, as gotas escorriam pelo rosto e os sapatos começavam a fazer sons engraçados. Tentei lembrar quando foi a última vez que tomei chuva, dessas de ensopar dos pés á cabeça, mas não consegui. Tentei recordar quando foi que me diverti tomando chuva, também não lembrei, porque talvez isso só tenha acontecido lá na infância, numa mistura de alegria e de medo da bronca que tomaria, que só a molecada que brinca na rua entenderia.
A verdade é que, quando me certifiquei de que coisas importantes não estavam sendo molhadas (celular, documentos, papéis), pois isso sim, seria motivo de stress posteriormente, eu relaxei de uma maneira incrível e curti aquele momento! O cheiro bom da terra, o suor do rosto dissolvido, o frescor e o barulho da água caindo....tudo se sobressaia ao desconforto do encharcamento. Como se a chuva, por um momento, molhasse também a minha alma e levasse embora a tristeza, o cansaço, o peso da rotina, os anseios do meu coração. Confesso que apesar do momento único e do deleite experimentado, eu não via a hora de chegar em casa. Imaginar que tudo aquilo logo cessaria e que um banho quente e uma troca de roupa sequinha me aguardavam era algo tão bom quanto deixar a água da chuvafluir até o chão. Um sentimento de gratidão tomou conta de meu coração e fiz uma prece, ali na rua mesmo. Sempre que deixei de tomar chuva, agradeci a Deus por chegar antes do pé d’água em casa, agora não poderia ser diferente, pois tenho aprendido a gratidão acima das circuntâncias! E foi assim que, mesmo completamente molhada, descabelada e desajeitada, pingando feito goteira, eu cheguei tranquila e feliz em casa. A torcida agora? É que essa pequena aventura não me deixe gripada, pra não gerar nenhum tipo de arrependimento!
Fosse em outros tempos, a esta altura eu estaria com raiva, nervosa, brava, como era de meu feitio. Mas felizmente eu estava em paz, diante de algo que eu não tinha como mudar, a não ser que parasse e me abrigasse em algum local, algo que de fato não estava em meus planos. Então lá fui eu, a passos largos, enquanto as roupas começavam a pesar, as gotas escorriam pelo rosto e os sapatos começavam a fazer sons engraçados. Tentei lembrar quando foi a última vez que tomei chuva, dessas de ensopar dos pés á cabeça, mas não consegui. Tentei recordar quando foi que me diverti tomando chuva, também não lembrei, porque talvez isso só tenha acontecido lá na infância, numa mistura de alegria e de medo da bronca que tomaria, que só a molecada que brinca na rua entenderia.
A verdade é que, quando me certifiquei de que coisas importantes não estavam sendo molhadas (celular, documentos, papéis), pois isso sim, seria motivo de stress posteriormente, eu relaxei de uma maneira incrível e curti aquele momento! O cheiro bom da terra, o suor do rosto dissolvido, o frescor e o barulho da água caindo....tudo se sobressaia ao desconforto do encharcamento. Como se a chuva, por um momento, molhasse também a minha alma e levasse embora a tristeza, o cansaço, o peso da rotina, os anseios do meu coração. Confesso que apesar do momento único e do deleite experimentado, eu não via a hora de chegar em casa. Imaginar que tudo aquilo logo cessaria e que um banho quente e uma troca de roupa sequinha me aguardavam era algo tão bom quanto deixar a água da chuvafluir até o chão. Um sentimento de gratidão tomou conta de meu coração e fiz uma prece, ali na rua mesmo. Sempre que deixei de tomar chuva, agradeci a Deus por chegar antes do pé d’água em casa, agora não poderia ser diferente, pois tenho aprendido a gratidão acima das circuntâncias! E foi assim que, mesmo completamente molhada, descabelada e desajeitada, pingando feito goteira, eu cheguei tranquila e feliz em casa. A torcida agora? É que essa pequena aventura não me deixe gripada, pra não gerar nenhum tipo de arrependimento!
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